Modelo de gestão da Macroplan completa oito anos...

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17/01/2011 | Assessoria de Imprensa
Morelli: "modelo de gestão da Macroplan viabiliza maior número possível de entregas para população"
...e viabiliza transformações no setor público 
“A gestão profissional  no setor público está cada vez mais alinhada às demandas e anseios da sociedade”. A afirmação é de Claudio Porto, presidente da Macroplan , cujo modelo de Gestão Estratégica para Resultados em Governos  vem sendo implementado desde 2003  conduzindo transformações significativas na área pública. Entre os projetos  desenvolvidos pela consultoria destacam-se  os governos de Minas Gerais (a partir de  2003), do Espírito Santo (desde 2005)- ambos avaliados entre os três melhores governos do País, no ciclo encerrado em 2010. A Macroplan também apoiou os governos dos estado de São Paulo (desde 2005), do Rio de Janeiro (2007-2008) e de Alagoas (2007 e 2010) e a prefeitura de Belo Horizonte, outro caso exemplar na administração pública do País. Entre as medidas  adotadas pela prefeitura destacam-se a elaboração de uma estratégia de longo prazo apoiada por uma carteira de projetos sustentadores e a adoção de medidas de curto prazo que permitiram ao município executar, no primeiro ano,  um orçamento 54% superior ao do quarto ano da gestão anterior.
 
Os resultados alcançados nestes governos estão  em boa medida vinculados à  adoção do modelo focado em metas e resultados, implementado com o apoio da Macroplan, e que possibilita à administração fazer entregas e transformações prometidas em curto prazo. “O que a Macroplan faz é apoiar os governos no enfrentamento dos desafios do início de cada mandato – com o estabelecimento de uma agenda imediata - e na identificação do que fazer, a partir de uma visão de longo prazo, para promover as transformações necessárias na realidade econômica e social. Contribui também na implantação de métodos e ferramentas que evitem a perda de foco e garantam a aceleração da execução, visando garantir a realização do maior número possível de entregas de elevado impacto para população”, afirma o diretor da consultoria que coordena o atendimento a governos, Gustavo Morelli.
 
A experiência da Macroplan nestes últimos oito anos mostra que em entidades da administração pública é  necessário atuar rapidamente. “Não se pode deixar de considerar que o capital político se esvai rapidamente. Também precisamos aproveitar a janela de oportunidade que se apresenta nesta momento à economia brasileira. Assim, os governantes não devem esperar equilibrar todas as contas ou pelo cronograma formal do PPA ou, ainda, a aprovação de mudanças no orçamento para começar a agir. É possível conciliar uma agenda de ajuste fiscal com uma agenda imediata, que se baseie numa visão de longo prazo do desenvolvimento que se deseja e que entregue os primeiros resultados já no primeiro ano”, afirma Morelli.
 
De acordo com Morelli os principais desafios neste trabalho são a realização de escolhas criteriosas das prioridades e a mobilização de recursos e competências de uma rede de parceiros públicos e privados para apoiar e acelerar a implantação das medidas. “O Estado, sozinho, não consegue enfrentar os desafios que se impõem. A capacidade de investimento do Estado é limitada. É fundamental ser seletivo nas escolhas e atuar com a perspectiva de mobilizar e atrair outros recursos, que complementem e ampliem a capacidade de ação do Estado”, recomenda Morelli.
 
Métodos de gerenciamento intensivo, de acordo com a metodologia adotada pela Macroplan,  também  são indispensáveis. Projetos bem estruturados, gerentes empreendedores e capacitados juntamente com um sistema de informações gerenciais em tempo real são igualmente  fatores críticos de sucesso.  E para superar eventuais limitações de disponibilidade de talentos gerenciais na esfera pública para estruturação e condução dos projetos prioritários, a Macroplan recomenda que  a busca de talentos seja feita além do nível interno, inclusive com a execução de alguns projetos em parceria com instituições de caráter público.
 
Gustavo Morelli lembra ainda que a execução da carteira de projetos prioritários e o alcance dos  resultados muitas vezes “esbarra” em processos administrativos e legais necessários ao funcionamento do Governo. ‘’Deve-se atuar de forma intensiva na desburocratização de processos críticos. Não se trata aqui de um caro e demorado mapeamento de processos, mas de atuar com grande seletividade nos gargalos que impeçam ou atrasem a execução da carteira prioritária”, alerta ele.
 
Além disso, a Macroplan estimula a inovação permanente no processo de enfrentamento dos problemas com os quais se depara o  Estado. “Inovar na área pública significa alcançar patamares mais elevados de produtividade na aplicação dos recursos públicos, sem degradar a qualidade dos serviços. Soluções do tipo ‘mais do mesmo’ se mostram claramente insuficientes para superação dos desafios existentes nos prazos requeridos”, analisa o diretor.
 
Finalmente, a metodologia  aplicada pela Macroplan recomenda que  o  governante se envolva pessoalmente na cobrança da execução das prioridades, durante todo o seu mandato. Esse envolvimento é facilitado  através da implementação de  sistemas informatizados, com dados disponibilizados em tempo real. O modelo também prevê o estabelecimento de uma competente agenda de comunicação para a administração das expectativas e o engajamento da sociedade. “A comunicação permite amplo entendimento da agenda, dos desafios e canais que viabilizem a adesão ao projeto. O plano deve ser da sociedade. A boa gestão leva a produzir mais e melhores resultados, contudo mudança social sustentável, em escala e para além dos mandatos, requer, engajamento, mobilização, sentimento de pertencimento ao projeto”, conclui Morelli.
 
Clique no link abaixo para visualizar a apresentação da Macroplan sobre Governos.