Plano do Ceap sinaliza desenvolvimento e conservação da Amazônia

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06/10/2008 | Assessoria de Imprensa
Pouco mais de um ano após criar o Centro de Excelência Ambiental da Amazônia (Ceap), a Petrobrás concluiu, na primeira quinzena de setembro, o Plano Estratégico e Tático da entidade para o próximos 12 anos. Para conduzir o processo de configuração dos planos do Ceap-Amazônia, a Petrobras contou com os serviços de consultoria do consórcio Macroplan/Fundação Instituto de Desenvolvimento Empresarial e Social (Fides). "A iniciativa reflete a preocupação da Petrobras em operar com responsabilidade social e ambiental na região, estimulando a pesquisa, a educação e a difusão do conhecimento", comentou o coordenador do projeto pelo consórcio Macroplan/Fides, Osvaldo Guimarães. Segundo ele, o processo de planejamento mobilizou cerca de 240 profissionais e especialistas da Petrobras, de universidades, instituições de pesquisa, órgãos governamentais, entidades do terceiro setor, empresas privadas e organismos internacionais. Composto por uma carteira de 43 projetos, o Plano Estratégico do CEAP foi construído a partir de diversos estudos realizados pelo consórcio Macoplan/Fides, entre eles os mapeamento de tendências regulatórias e de tendências em pesquisa e desenvolvimento, além de um levantamento de soluções institucionais para promoção da sustentabilidade sócio ambiental. "Foi um grande desafio contribuir com a Petrobras na busca do desenvolvimento da sustentabilidade socioambiental de suas operações na Amazônia", ressaltou Osvaldo Guimarães. O Ceap irá operar como um centro de referência ambiental e desenvolvimento sustentável na Amazônia e visa contribuir decisivamente para a redução dos riscos associados a intervenções da indústria do petróleo na Amazônia. Para isso, a instituição será um instrumento gerencial para as parcerias da Petrobras na região. "Com as estratégias mapeadas para o Ceap, a Petrobras está dando um passo decisivo para conquistar a excelência na integração, produção, difusão e apropriação de conhecimentos, para a conquista da sustentabilidade socioambiental das atividades da Petrobras na Amazônia", disse a consultora da Macroplan Betânia Dumoulin.