A variedade de segmentos englobados na economia criativa é um dos desafios para a regulamentação do setor. "O modelo de governança para um Brasil criativo precisa de políticas públicas que respeitem as especificidades das empresas do setor", sublinhou a secretária de economia criativa do Ministério da Cultura, Claudia Leitão.
Neste cenário, o Sebrae/RJ foi apontado como um importante articulador entre os setores tradicionais da economia e entre os segmentos da economia criativa do Estado. Para os participantes do seminário, a entidade poderia atuar também na capacitação e formalização dos empreendimentos do setor, promovendo modelos que consigam equilibrar a arte, a criatividade e os negócios.
"As propostas colocadas no seminário foram muito valiosas para ajudar o Sebrae/RJ a identificar o tipo de demanda dos micro e pequenos empresários do setor criativo", ressalta Juliana Kircher, consultora da
Macroplan que gerencia o projeto de Direcionamento Estratégico da entidade. Ela complementa que as sugestões serão analisadas e priorizadas pela equipe do Sebrae/RJ, buscando desenvolver ações para apoiar economia criativa do Estado.
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