18/03/2011
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Macroplan
A Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) lançou em 2010 uma agenda com dez políticas e 63 ações para o aumento da competitividade na cadeia produtiva do petróleo e gás offshore (na plataforma continental) no Brasil. A execução das propostas é necessária, entre outras coisas, para que se aumente o número de empregos no setor e para que as empresas brasileiras possam ser competitivas no exterior.
A Onip constituiu um Núcleo de Política Industrial com a participação de alguns de seus associados, como Firjan, CNI, Abespetro, Abinee, FIEB, Petrobras e IBP, para desenvolver, em parceria com a Macroplan, um mapeamento dos principais atores que influenciam ou são influenciados pelas políticas da Agenda da Competitividade. O trabalho, que tem como principal patrocinador o Presidente da Onip, Eloi Fernandez, pretende envolver na execução das propostas empresas, instituições e órgãos do governo. "A efetiva implantação das ações da Agenda da Competitividade depende do engajamento dos Stakeholders da Cadeia Produtiva de Óleo e Gás no Brasil.", explica Juliana Kircher, consultora que gerencia o estudo.
A expectativa é de que em dois meses o mapeamento esteja concluído, definindo uma agenda de engajamento dos Stakeholders e um sistema de monitoramento das atividades. O trabalho também inclui um relatório sobre o status atual das ações prioritárias da Agenda da Onip. Segundo Juliana, são iniciativas de grande importância ou urgência, que encadearão as próximas realizações. "Depois de definir as políticas e ações necessárias para o desenvolvimento da cadeia produtiva, este é o primeiro passo efetivo para que se possa materializar as condições competitivas", afirma a consultora.