01/11/2010
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Assessoria de Imprensa
Lançado em 2005, pela Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR), com o objetivo de combater cópias ilegais de livros e partes de livros, o projeto Pasta do Professor está sendo aprimorado, com o apoio da Macroplan.
Atualmente o foco do projeto está voltado para as Universidades e consolidou um caso de sucesso com a Universidade Estácio de Sá, que assumiu a venda de conteúdo fracionado diretamente aos alunos a partir da aquisição e distribuição dos capítulos em forma de fichário. ?Nesse caso, o resultado foi muito positivo, com geração de valor para a Estácio e para as editoras. A Estácio passou a oferecer o material didático sem custo adicional e a entregar os fascículos na casa do aluno. Em troca, conseguiu reduzir a evasão e melhorar o desempenho e a satisfação dos alunos?, revelou Leonardo Cassol, consultor da Macroplan e gerente do projeto.
Com a revisão do projeto Pasta do Professor, a ABDR quer criar uma proposta de valor para os clientes que seja muito superior aos modelos existentes, especialmente aos produtores de cópias ilegais.
De acordo com pesquisa feita pela Macroplan, o mercado de venda de ensino universitário deverá dobrar em oito anos. Na estimativa da Macroplan, em 2015, pelo menos 10,2 milhões de alunos estarão matriculados em universidades públicas e privadas do país, contra 5,8 milhões em 2008.