07/10/2010
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Assessoria de Imprensa
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Claudio Porto, presidente da Macroplan, Claudia Vassalo, diretora de jornalsimo da revista Exame e Julio Bueno, secretário Estadual de Desenvolvimento, no Forum do Rio
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A possibilidade do Rio de Janeiro dar um salto na economia e na estrutura social, aproveitando as oportunidades que a indústria de petróleo e a realização das Olimpíadas e da Copa do Mundo irão gerar para o estado, vai depender de um projeto de longo prazo, de uma governança compartilhada e de uma liderança agregadora. “Dessas três condições necessárias, só temos uma delas que é a liderança do governador Sérgio Cabral, reeleito com uma votação sem precedentes na história recente do Rio de Janeiro”, destacou o economista Claudio Porto, presidente da Macroplan, em palestra proferida no Fórum “A Hora do Rio de Janeiro – Infraestrutura e Investimento”, realizado no dia 05 de outubro, pela revista Exame.O evento, que teve como objetivo discutir como o Rio de Janeiro poderá ampliar sua relevância para a economia e o desenvolvimento nacional, reuniu empresários, representantes do governo e lideranças políticas da cidade, entre eles o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, o ex-presidente da Agência Nacional de Petróleo, David Zylbersztejn, o dirigente do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS) André Urani e o secretário de Desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro, Julio Bueno.
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Claudio Porto (Macroplan) e André Urani (Iets)
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A necessidade de reconstrução e renovação da cidade foram aspectos destacados por todos os palestrantes que também apontaram as melhorias conquistadas pelo Rio de Janeiro nos últimos quatro anos em função de mudanças na forma de gerir o Estado. “A aliança do governo estadual com outras instancias governamentais, com o setor privado e com a sociedade civil permitiram avanços”, destacou André Urani.O presidente da Macroplan fez uma releitura dos resultados da pesquisa “O Rio tem futuro?”, realizada pela Macroplan em parceria com o IETS em 2006, dando uma dimensão das mudanças profundas ocorridas nos últimos anos. O levantamento colheu a avaliação de futuro para o Rio de Janeiro de 1.200 representantes de vários segmentos sociais, resultando em um diagnóstico predominantemente pessimista para o futuro do estado. Hoje, segundo Claudio Porto a melhoria dos indicadores econômicos e sociais é evidente, com destaque para a redução da pobreza e dos índices de violência. “Saímos de um índice de homicídios de 43/100 mil habitantes, em 2006, para 34,6/100 mil em 2009. Se a tendência for mantida, poderemos reduzir para 11/100 mil habitantes os homicídios no estado, uma estatística bem próxima à de Nova Iorque”, anunciou. Compartilhando do sentimento positivo dominante, o secretario estadual de Desenvolvimento, Julio Bueno apontou que o Rio de Janeiro já contabiliza um número de empreendimentos expressivos que chegaram ao estado por conta do pré sal, principalmente centros de pesquisa e inovação.
Para o presidente da
Macroplan, a trajetória do Rio de Janeiro nos últimos quatro anos sinaliza uma expectativa de melhora de cenário para futuro. “Temos uma chance extraordinária de atingir o cenário mais positivo, mas é preciso ter a preocupação de realizar um planejamento de longo prazo, para poder dar continuidade ao trabalho de forma organizada e sinérgica .É no Rio de Janeiro pós Olimpíadas que temos que pensar”, concluiu. Leia mais sobre o Forum da revista Exame em :
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